ENTRE VIKINGS

Bandeiras da Finlândia, Dinamarca, Islândia, Noruega e Suécia em edifício em Helsinki. instagram @cavarero.

ENTRE VIKINGS – Mochilando depois dos 40.

Sempre sonhei em conhecer os países nórdicos.
Não sei se é porque eu assistia ao desenho animado do Thor.
Se é porque todos os anos anunciavam a Feira Escandinava, mas sempre gostei de viking.
Ou se é porque eu assisti a todos  – e tenho quase todos em DVD ou Blu-Ray – filmes de Ingmar Bergman.
Acho que pode ser pelo raciocínio prático deles – já que como boa libriana, sou enrolaaadaaa…
Junte-se a isso, o fato de que nesses países tudo funciona, a população entende o que é ser cidadão e não tenta dar jeitinho em tudo para se dar bem. E isso é algo que eu admiro.

Para finalizar, a literatura nórdica só tem expert em histórias sombrias – Henning Mankell é um dos meus autores favoritos. Muito suspense – em geral assassinatos difíceis de desvendar – em livros, filmes e séries de TV que deixam o público de cabelos em pé. E eu já li ou assisti a quase todos.
Como agora estou com tempo, resolvi que nunca é tarde para começar minha “peregrinação” por todos os países que quero conhecer. Começando pelos nórdicos.

Os países escandinavos são nórdicos, mas nem todos os países nórdicos são escandinavos.
Há uma confusão clássica entre países nórdicos e escandinavos.Os países nórdicos são todos os países que se situam na parte Setentrional da Europa, no Atlântico Norte: Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia, mais as regiões autônomas da Groenlândia, Ilhas Farö e arquipélago de Arland e Svalbard. Este ano, Estônia, Letônia e Lituânia foram reclassificadas como Europa Setentrional.
Mas somente três deles são escandinavos: Dinamarca, Noruega e Suécia, pois fazem parte da Península Escandinava – para quem não se lembra de Geografia básica, península é uma extensão de terra que é quase cercada de água por todos os lados, basicamente um “puxadinho” continental.

Antes tarde do que nunca.
Resolvi que deste ano não passaria, fiz as malas e me mandei para estes países. Surpresas que não acabam mais, aquele choque cultural clássico que todos sentimos quando conhecemos um país diferente, mas que me deixou com vontade de voltar, mesmo sob um frio de -35 Celsius.

Quero compartilhar as aventuras, descobertas, perrengues – e comida, claro – pelas quais passei ou vou passar, país por país, e espero que consiga convencer outras pessoas “da mesma idade” a criar coragem e – sem depender tanto de agências de turismo – a conhecer o mundo.

Isso é só o começo!

Sobre Anninha

Além de viciada em cultura pop, ainda resolvi bancar a mochileira depois do 40 - e comer pra caramba, já que é para isso que eu treino Crossfit. Divirtam-se!
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