EU SOU FÃ DO RICKY MARTIN

Mais um da série “eu sou fã”; dessa vez, do fofo – sim, em falta de palavra melhor – Ricky Martin. Ricky
Ontem o Ricky Martin comemorou 4 milhões de “likes” em sua página no Facebook – o meu entre eles há bastante tempo. E eu me lembrei que, apesar de ter demorado para “sair do armário”, ele mais do que merece esse reconhecimento, como artista e como pessoa.
Tudo bem que ele levou quase 30 anos para assumir a homossexualidade – com quase 40 anos de idade. Mas who cares? Esse cara foi exposto aos holofotes ainda criança, nos tempos do Menudo, o que mostra que ele já sabia bem o que queria – ser um artista famoso. E latino-americano é um “bicho” machista – ou seria melhor dizer, sexista – pra caramba.
Teve a imagem de galã latino bombardeada em todos os meios: novelas de TV, cinema, na própria música.
Não deve ser fácil esconder quem você é por tanto tempo. O ator Rock Hudson – os mais jovens, cliquem no link para saber quem é – escondeu a homossexualidade a ponto de se casar com uma amiga para manter a imagem de macho em Hollywood. Teve a homossexualidade exposta de maneira grosseira e cruel quando definhou por causa da AIDS, em 1985. Ok, nos anos 60, eu acho que a pressão era maior. Mas mesmo assim, a indústria da imagem judia.
Muita gente vai me dizer: “Afe, Anninha, Ricky Martin é brega”. EU SOU BREGA assumida. Adoro dançar “Livin’ la Vida Loca”, “She Bangs”, “Por Arriba, Por Abajo” e me esgoelar cantando sozinha no trânsito de São Paulo, “Saint Tropez” ou “A Medio Vivir” com meu espanhol de sotaque venezuelano.
Vamos combinar, Ricky: você nunca enganou ninguém. Lindo e rebolando do jeito que você rebola, sempre “deu pinta”. Mas todo o público o respeitou; nunca ninguém especulou ou o confrontou publicamente se você era gay ou não.
Pelo contrário: quando você se assumiu, teve o apoio de todo o mundo, gay ou não.
Sabe por quê? Porque acima de tudo, você é um artista carismático, que cumpre seu propósito: de fazer as pessoas cantarem, dançarem e viverem “la vida loca”.
Vejam bem: ele foi parar na Broadway, no musical “Evita”.
Então, parabéns ao Ricky. Que ele continue a ser quem é: humilde, lindo, talentoso, carismático, bom pai e bom companheiro.
Todos nós gostamos de você!

Sobre Anninha

Além de viciada em cultura pop, ainda resolvi bancar a mochileira depois do 40 - e comer pra caramba, já que é para isso que eu treino Crossfit. Divirtam-se!
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