MEUS “OSCARS”

Gente, com duas semanas de atraso, venho aqui dar o meu palpite de cinéfila-cineasta-frustrada sobre os vencedores do Oscar® de 2011.
– Melhor Atriz: Natalie Portman – concordei totalmente. Ela é a Meryl Streep da nova geração. Inteligente, talentosa, linda, compenetrada. Excelente escolha.
– Melhor Ator: Colin Firth – concordei totalmente. Imagine o trabalho que este cara teve de gaguejar com naturalidade. Sem falar que ele merecia a estátua pelo “conjunto da obra”, pois é mais um daqueles atores ingleses talentosos e hardworkers e merece ter o talento reconhecido. Leiam meu post sobre “O Discurso do Rei” e vocês entenderão.
– Melhor Filme: “O Discurso do Rei” (The King’s Speech, 2010). Heeeelloooo, Academia? O filme é bom, mas é um be-a-ba danado, no esqueminha básico dos dramas históricos. Vamos combinar que “A Rede Social” (The Social Network, 2010) foi magnífico. Minha segunda escolha seria “Cisne Negro” (Black Swann, 2010) e só é segunda opção porque eu acho que é um filme fora dos standards conservadores da Academia, porque é desde já um dos meus filmes favoritos, daqueles que eu assistirei umas 222 vezes. Não tem acordo: “A Rede Social” merecia a estatueta na minha opinião.
Melhor Diretor: Tom Hooper. Aiaiai… não desmerecendo o moço, o David Fincher, que dirigiu “A Rede Social” merecia muito mais. Vejam bem: ele pegou um roteiro adaptado de um livro e deu um baile, colocando atores novatos na linha de frente e extraindo dos caras as atuações mais convincentes. Este homem sabe dirigir. Minha segunda opção seria o Darren Aronofsky, lógico, que é outro diretor que “espreme” os atores. Vejam meu post sobre “Cisne Negro” para detalhes.
Melhor Atriz Coadjuvante: Melissa Leo – concordo totalmente. Esta atriz sempre esteve em segundo plano em Hollywood e é mais conhecida por indies – não são filmes de índios, pelo amor de Deus, é o apelido que dão para os filmes independentes americanos, aqueles de baixo orçamento rodados fora dos grandes estúdios. Assistam a “Rio Congelado” (Frozen River, 2008) e comparem a atuação dela em “O Vencedor” (The Fighter, 2010): a mulher é uma camaleoa!
Melhor Ator Coadjuvante: Christian Bale – concordo totalmente. Esse ator, além de talentoso e gato – apesar de maluco, chiliquento e estrelinha – consegue dar credibilidade a qualquer papel. Gente: ele é o novo Batman, coisa mais clichê que esta não existe! Portanto, comparem suas atuações em “O Psicopata Americano” (American Psycho, 2000), “O Sobrevivente” (Rescue Down, 2006) e por que não, “Império do Sol” (Empire of the Sun, 1987), sua estréia? Intercalar papéis sérios com megaproduções Hollywoodianas não é fácil, e ele tira de letra.
O resto eu realmente não vou desperdiçar tempo comentando.
Quer dizer: a Anne Hathaway e o gatíssimo, digo, talentosíssimo James Franco cumpriram bem o papel de hosts da noite. Mas o Alec Baldwin e o Steve Martin em 2010 foram insuperáveis.

Sobre Anninha

Além de viciada em cultura pop, ainda resolvi bancar a mochileira depois do 40 - e comer pra caramba, já que é para isso que eu treino Crossfit. Divirtam-se!
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