CONSPIRAÇÃO, PERSEGUIÇÃO E DIVERSÃO

Como todo mundo sabe, eu adoro seriados gringos. E prefiro assisti-los em DVD, onde eu posso seguir uma trama desde o início, relembrando todos os detalhes.
Já dediquei posts a “The Sopranos”, ao qual eu assisti pela terceira vez as seis temporadas.
Bem, eu tinha pelo menos mais duas séries em DVD ainda fechadas: Damages e The Closer. Então, resolvi assisti-las.
“Damages”, com a Glenn Close como a manipuladora advogada das chamadas “class actions”, ou causas coletivas em uma tradução livre, é simplesmente sensacional. A narrativa que mistura presente e passado extremamente bem costurada, a trama conspiratória que conta o dia-a-dia desta advogada num processo contra um empresário que fraudou seus funcionários, o despertar para o mundo real de sua estagiária, tudo “conspira” para a série ser arrebatadora. Parei na primeira temporada porque a segunda temporada ainda está “cara” para comprar – lembrem-se que eu sou contra pirataria, e estou esperando alguma promoção de R$ 39,90.
Então, passei a assistir “The Closer”. Ao contrário de “Damages“, a qual eu havia visto alguns episódios na TV, NUNCA assisti “The Closer”. Mas arrisquei comprar a primeira temporada mesmo assim, afinal de contas, a Kyra Sedgwick não deve ter ganho tantos Emmys e Golden Globes à-toa. E confesso que fiquei viciada na série também.
Neste caso, a história não é uma sequência; cada episódio tem o assassino descoberto no final. Mas a surpresa é a interpretação da Kyra. A maioria das pessoas se lembra dela como a namoradinha do Tom Cruise em “Nascido em 4 de Julho” (Born on the Fourth of July, 1989) ou como a esposa do Kevin Bacon.
Em “The Closer”, ela interpreta uma chefe de polícia que após trabalhar na CIA e também como chefe de polícia em Atlanta, sendo especialista em interrogatórios, vai parar em Los Angeles. Lá ela enfrenta a rejeição da equipe, perseguição e implicância de seus pares, mas resolve seus casos de maneira lógica. E com um cinismo e um thank youuu com sotaque sulista irrepreensível.
Ontem acabaram-se os DVDs da primeira temporada e como ainda estou esperando a tal promoção de R$ 39,90, pensei: vou assistir o que agora? “Criminal Minds“, já que eu nem tirei do plástico os DVDs da segunda à quarta temporadas?
Mas então, olhei para o lado e vi uma caixa enorme, que contém as nove temporadas de The X-Files.
Sucumbi. Comprei a caixa numa promoção, claro, a coleção completa mais extras por R$ 249,90 (aproximadamente R$ 28,00/temporada). E não assisti ainda.
A verdade é que até hoje, NINGUÉM conseguiu criar uma série que juntasse conspiração, perseguição e diversão como “Arquivo X”. “Fringe” e “Warehouse 13” tentam, mas falta sabem o que? A tensão sexual que havia entre o Fox Mulder do David Duchovny e a Dana Scully da Gillian Anderson.
Assim como fiz com “The Sopranos”, vou escrever um post dedicado somente a Arquivo X, uma das minhas séries favoritas ever.
Acabei de assistir ao piloto… acho que eles nem imaginavam como a história daria reviralvoltas…

Sobre Anninha

Além de viciada em cultura pop, ainda resolvi bancar a mochileira depois do 40 - e comer pra caramba, já que é para isso que eu treino Crossfit. Divirtam-se!
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