EU SOU OZZY!

Finalmente terminei de ler a biografia do Ozzy Osbourne.
Quem me conhece deve estar se perguntando: “que raios a Anninha está fazendo? Desde quando ela é metaleira?”
Para esclarecimentos: nunca fui grande fã de heavy metal, mas sou eclética em matéria de música e se uma banda ou cantor tem talento, eu dou uma chance e me disponho a ouvir. Não importa se é samba, rock, pop, techno. O que interessa é que se eu gostei da música, e eu vou sim, comprar o CD e pagar os direitos autorais do artista. Que fique claro que eu sou “caxias” e se recorrer a pirataria, é porque me foi humanamente impossível encontrar uma determinada música.
Bom, como disse, nunca fui uma grande fã do Black Sabbath. Preciso comprar apenas um álbum deles, na minha opinião um clássico, que é “Paranoid“.
Mas a primeira lembrança que tenho do Ozzy nem é bem dele. Naqueles programas de videoclipes na TV dos anos 80, vez por outra eles passavam o clip de “Paranoid” que era péssimo, os caras cantando como se estivessem num show, com uma superposição de imagens meio psicodélica, meio pop art… mas a música realmente é boa. E eu estou devendo este CD a minha “CDteca”. Então minha lembrança era de um rock pesado e legal, mas perto das produções do Michael Jackson e Duran Duran, era apenas ok.
A segunda lembrança, e aí sim, do próprio Ozzy, é de quando ele veio ao Rock in Rio, em 1985. Não fui, mas me lembro da fama de “maldito” e “comedor de morcegos”. Ugh!
No começo dos anos 90, ouvi uma música no rádio com um arranjo sensacional. Era a época do grunge, da explosão do Nirvana, Pearl Jam e Live. Gosto das três bandas, mas estava meio cheia de falta de “melodia”. Essa música tinha um riff e um vocal marcantes: era “No More Tears”. Comprei o CD e adorei. Era puro Ozzy.
Não vou entrar em detalhes da biografia porque seria contar o livro. Só posso dizer que ele teve muita sorte na vida, além de um vozeirão abençoado. E de quebra, é simplesmente hilário. Tirando a parte de maus tratos aos bichinhos.
O Ozzy consegue fazer você rir até de momentos trágicos, porque por mais que o cérebro dele seja uma geléia, como ele gosta de dizer – devido ao consumo de todas as drogas legais e ilegais que existem – ele é uma pessoa grata pela vida. Desde a infância pobre até a vida de rockstar que leva até hoje.
Claro: era impossível não assistir a “The Osbournes” e rolar de rir com aquela família disfuncional. Mesmo que não seja um exemplo família, eu acho que ele fez o possível. E a Sharon Osbourne é um gênio e uma pessoa com uma garra incrível.
Então, tentem ler o livro – por mais que vocês achem que o Ozzy não é um exemplo de ser humano decente. E deixo aqui os clips de “No More Tears” e “Paranoid”.

Agora comparem o quão tosco é este “clip” dos anos 70.

Sobre Anninha

Além de viciada em cultura pop, ainda resolvi bancar a mochileira depois do 40 - e comer pra caramba, já que é para isso que eu treino Crossfit. Divirtam-se!
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