TRUE BLOOD e a HBO

Sou fanática por TV. Mas não por novelas. Seriados enlatados americanos fazem minha festa, principalmente os audaciosos da HBO e da Showtime e os “não-existe-gente-feia-no-mundo” da CW, aqui retransmitidos pela Warner Channel em sua maioria.
Por quê?
Não sei. Provavelmente porque duram somente 3 meses, você não precisa acompanhar todos os dias e depois eles repetem à exaustão.
A última novela que assisti foi “Belíssima” e já se vão uns 5 anos. Assisti a alguns capítulos de “A Favorita” para não ficar sem assunto. Mas se você quer jogar conversa fora, pergunte-me sobre qualquer seriado gringo.
Tem um amigo que pergunta se eu durmo ou faço algo além de ver TV. Sim, eu faço. Mas é que depende da fase, eu assisto mais uma série do que outra. Desta forma, eu acabo conhecendo várias, mas não quer dizer que assista todas.
Uma das minhas favoritas no momento é True Blood, da HBO. Sou fã da HBO. The Sopranos é, na minha modesta opinião, uma das melhores séries dramáticas já produzidas até hoje; dificilmente outra atriz bate a Eddie Falco no papel de Carmela Soprano. Six Feet Under conseguiu tocar em temas tão delicados quanto homossexualismo e morte como nunca feito antes, assim como Big Love explora o tema da religiosidade e a vida de um polígamo e o esforço de suas esposas. E Mad Men é a melhor série dramática nos 3 últimos anos. Outro dia eu falo da CW e das séries dos canais abertos americanos, onde tem muita coisa boa também. Mas não com a audácia da HBO, claro.
Para quem não sabe, True Blood é baseado nos livros de Charlaine Harris e o mote da história é a invenção de um sangue artificial que permite ao vampiros conviver entre os humanos, pois eles não precisariam mais matar para se alimentar.
Sem pé nem cabeça? Sim, mas é pura diversão. Alan Ball, o mesmo criador de Six Feet Under, deu a cara para bater e a série é uma viagem deliciosa. Ao contrário de Twilight – que eu adoro, por mais tolinho que seja – os vampiros aqui vão desde os sofridos que querem viver como humanos – ou quase – até os bandidões, que além de toda sorte de perversões chegam ao ponto até de traficar o próprio sangue, que vicia os humanos.
Atenção para o Alexander Skårsgard. Ele entrou num papel secundário e roubou a cena. Também, lindo daquele jeito… e claro, a Anna Paquin – a menininha do filme “O Piano” – também está ótima. Você até acredita que o surrealismo da série é possível, já que ela atua com uma naturalidade incrível.
Bom, fico por aqui. Amanhã voltamos a falar do trânsito infernal de São Paulo, mas em 40 minutos, eu estarei viajando no mundo vampiresco da cidadezinha fictícia de Bon Temps, na Louisianna.

Sobre Anninha

Além de viciada em cultura pop, ainda resolvi bancar a mochileira depois do 40 - e comer pra caramba, já que é para isso que eu treino Crossfit. Divirtam-se!
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